Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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O tracejar da moçx

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O tracejar da moçx - em 2/8/2017, 23:34




O redor do mundo parecia pequeno para meus pensamentos. Era noite e ventava muito em minha vila, ventava tanto que os ventos uivavam mais altos que os mais bravos lobos das pequenas florestas residentes. A sociedade em que vivo não me aceita muito bem; não que isso importe em alguma coisa, já aprendi a superar. A vila em si parece a maior do mundo, a mais brusca, aquelas rochas gigantes em volta das entradas e saídas importantes, eram assustadoras. Me encontrava solitária e vazia, sentada no topo de uma dessas rochas, apenas observando e sentindo o vento. Era incrível! toda aquela hesitação do momento, apesar de não estar acontecendo nada, o céu me respondia com desenhos das estrelas. Esplendoroso.  Nem tudo é amor, disso todos nós sabemos. Cambaleei sobre a rocha e quase me aventurei em outro mundo.  — Que alívio! — respirei fundo. O pior de tudo não foi quase cair, foi a lembrança da sensação do medo, pavor e terror de não sentir-se bem ao gritar por ajuda. Relutei contra aquele sentimento mas foi em vão. Com a cabeça baixa, deixando o vento bater sobre a nuca e balançar meus curtos cabelos de cor de madeira, lutava contra o isqueiro na intenção de acende-lo e tacar fogo em meu cigarro, meu fiel escudeiro. Tragava à morte e logo soltava a vida. Sabia que aquilo acabaria com minha vida aos poucos, porém, eu mesma queria isto. Que mal tem querer, algumas vezes, adiantar o dia da sua morte? E distante do mundo naquele momento, algumas lágrimas se confundiam com a garoa que ora começava a cair e ora parava. Drama do tempo não me deixar fumar.

O estranho realmente que: apesar de jovem, sempre desejei à morte e lutava para isso acontecer. Nunca vivi uma época boa comigo mesmo, não era culpa das pessoas, era culpa minha, do meu corpo, da minha cabeça, da minha ''doença''. — Saudades de você, mãe [...] — disse em meios sussurros e voz tremula. Dizem que a materialização do seus desejos, se relacionados aos seus entes queridos, tornavam-se realidade. De fato, pude observar com meus próprios olhos. Mantive-os bem arregalados daquela situação enquanto um feixe de luz intensa e amarela surgia no meio do nada; não tão longe do chão e nem tão perto do céu. — Bjorn...Bjorn...Bjorn... — Aquela voz suave e doce recitava meu nome como poesia. Mas pera lá! essa voz é conhecida, me faz lembrar algo. Que estranho! Como uma gota caindo no enorme oceano, uma lembrança distante da minha mãe surgia.Abraçada nos braços dela, enquanto ela me girava, girava e girava pelos ares.  Somente sorrisos, nada de lágrimas. — Seja quem você deseja ser, filho. — E neste instante, apenas essas palavras surgiam em meu sub-consciente. E lá no fundo do meu coração parecia acender uma chama inapagável, uma chama chamada: amor. Não seria qualquer amor, seria o amor próprio, o amor de seguir o conselho da minha mãe e seguir em diante não importando as consequência; decidi lutar.  Sem muito festanejar levantei-me e fui embora, com um sorriso no rosto de como se tivesse entendido o recado da minha senhora. Sabia que enfrentar o mundo não seria uma tarefa fácil, mas querendo provar  meu valor independente das minhas escolhas, eu teria que ser não uma, mas duas vezes melhor que os demais.

Decidida e dedicada a somente voltar para casa com um treinamento efetuado e bem executado, comecei. Nessa altura do campeonato, já sabia minhas habilidades especiais e aonde focar em meu treinamento; Ninjutsu! Precisava elevar a qualquer custo minhas habilidades nesta modalidade e me destacar dos demais. Com os conhecimentos sobre minha Kekkei Genkai voltei a sentar e meditei. Em primórdios fora muito difícil, mas em alguns minutos consegui o que desejava. Concentrei-me ao ponto de me ''solidificar '' com o ambiente, tornando-me um só com a natureza, naquele instante eu podia sentir tudo. O vento que percorria  sobre minha pela, a grama que balançava como se estivesse dançando e chacoalhava os pelos de minha perna, as ondas do mar socando o rocheado e degradando o local. Tudo! Uma intensa liberação de energia conhecida como: chakra, foi ressoando sobre meu corpo de forma intencional e formando cristais de cor negra. De primeira cobria uma parte enorme do local e não parava de crescer em diâmetro. Logo me encontrava sem forças para manter minha concentração e continuar a produzir cristais, neste momento era muito provável que estivesse sem chakra. Meu corpo já não aguentava mais ereto e sucumbia com os fortes ventos, minha coloração já era pálida. Mas minha mente não, mantinha-me firme e aguentando até onde dava. Em instante pude ver a morte de perto, no alto daquele penhasco, desmaiei. Numa altura absurda meu  corpo era arremessado e caía como uma fruta podre. Sem reservas de energia, eu me mantinha acordada, mas não conseguia ergue-se e naquele momento o filme da minha vida começou a passar, Em minha cabeça aquilo tudo era muito rápido e no mundo real não passava sequer um segundo. E novamente vieram aquelas palavras da minha mãe e a vontade de viver voltou.  

Como a fênix, nos livros de mitologia grega, ressurgi das cinzas, num repulso a morte meu corpo e minha cabeça começaram a mexer-se sozinhos, quase contra minha vontade, e liberavam uma quantidade absurda de cristais que impediam minha queda e erguiam-me colocando sobre o local de origem de treinamento, parecia que não havia treinado nada, estava completa e só um pouco exausta. Decidi por voltar pra casa e descansar.

HP: 200/200
Chakra: 1/200
Treinamento: +2 em Ninjutsu

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Re: O tracejar da moçx - em 2/8/2017, 23:36

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Re: O tracejar da moçx - em 21/8/2017, 19:50


Estive por muito tempo contemplando a natureza rustica de onde morava. Como sempre encontrava-me parada no topo de um penhasco gigantes, o mais alto, de Iwagakure no Sato, meditando. Literalmente eu estava nas nuvens, ou melhor, acima delas. Meu intuito inicialmente era buscar novos horizontes em meu caminho ninja, estava tudo tão igual e monótono que sem fazer quaisquer tipo de esforço, eu me cansava. O famoso cansaço psicológico. O clima fresco e brisas fortes com o sol quase beirando o mar, indicava quase que precisamente o horário, era por voltas das 17:30. O dia em si havia sido logo para mim, realizei uma missão recentemente e tive um breve contato com um ninja de graduação maior; entrando em deméritos, ele era um ''porre''. Era realmente costumeiro aquela minha situação, em momentos de reflexão, treinamentos e outros afins, eu sempre me deparava naquele local meditando. Com as pernas cruzadas, tipo índio, os braços levantados e sentindo tudo o que era para se sentido diante meu corpo. Cada fagulha de poeira que esbarrava em minha pele. De repente, me encontrava num mundo paralelo, algo que não parecia muito real; não poderia ser uma técnica ilusória, visto que somente eu habitava aquele local no exato momento. Algo muito desconfortável e abstrato. As imagens pareciam distorcidas, tanto em seu formato quanto em sua coloração. As pessoas possuíam cabeças maiores e todas de óculos escuros; que bizarro!

Aonde estou ??? — Perguntei a mim. Esta era a única frase na qual conseguia pensar e falar. Esta frase ecoava por todo local e muito mais frequente em meus pensamentos. Podia ouvir as batidas do meu coração, a pulsação de meu sangue dentro do meu corpo e aparentemente a áurea dos demais. Os cartazes, letreiros e demais objetos que possuíam escrita, estava em uma língua diferente; não conseguia me comunicar com as pessoas. o idioma também era diferente.  Minha aptidão de manter-se calma, naquele momento já havia ido para o espaço. Corri loucamente e sem rumo. Aquele mundo era muito estranho, tudo preto e branco, todos singulares, e ninguém fazia um movimento diferente sequer. Tudo padronizado.

Pense [...] Saia da caixinha — Ressoou. Uma voz misteriosa ecoava diante aquele ambiente ambíguo. E meu desespero que já estava num nível aprimorado, se elevou. Nos primeiros instantes o minha mente entrava em colapso com ela mesmo; parte estava deslumbrada com esta situação e queria entender mais sobre, outra parte estava totalmente focada em como sair dali. Foi então que respirei profundamente e tirei o cigarro do bolso; O cigarro veio comigo, aleluia!!! Tragadas rápidas e contínuas acompanhadas de poses pensamentes me deliberavam pensamentos exuberantes.

De imediato, nada feito. Mantive-me na mesma linha de pensamento e não consegui decifrar nenhum tipo de esquema/equação daquele mundo. De longo prazo, pude perceber a tão explícita singularidade do universo paralelo. Era tudo tão igual, como eu não pude perceber ? Até meus movimentos eram padronizados, isto sem sequer ter meu consentimento. O dia naquele mundo parecia começar e acabar mais rápido que o costume, já estava a noite. Em minha mente tudo estava calculado baseado nos meus feitos cotidianos universais. Pus minha mente para funcionar e comecei a bolar um esquema; mas ai que entra o paradoxo, será que esta não era mais uma função racional e cotidiano do meu ser naquele mundo ? Na verdade, nunca pude responder esta pergunta. Continuei com meus feitos e logo deduzi que: se eu mudasse pelo menos alguma parte de meus pensamentos de forma proposital, algo aconteceria. Dito e feito, mudei apenas meu penteado; e o parte das pessoas voltaram ao normal. Como todo ser pensante, mudei tudo que podia ser mudado e o mundo aos poucos foi voltando ao que era. Mas ainda faltava algo, tinha coisas não mudadas e eu já tinha mudado tudo em mim; ou melhor, quase tudo.  Depois de dias - no outro mundo - tentando descobrir o que mais eu poderia mudar; eis que chego em uma conclusão. A conclusão era: a mudança interna é basicamente a mais importante. Comecei a pesquisar sobre pensamentos que para mim eram tabus e me aprofundei nas minha dúvidas. Naquele instante minha biblioteca intelectual aumentava de forma grosseira e intelectual ao mesmo tempo. Descobri novos mares e até um novo universo dentro da minha mente e como um passe de mágica [...] Punff!!! Eu estava no mundo normal novamente.

Depois de voltar ao normal, o mais engraçado foi meu ver sobre o mundo, tudo mudou. A forma na qual olho para as pessoas, na forma em que me vejo em certas situações. Realmente, o poder intelectual, as vezes, supera os músculos. E certamente, hoje em dia, me encontro muito mais apto de poder descobrir armadilhas, aprender técnicas complexas e até mesmo cria-las, por que não ? O novo horizonte fora descoberto de uma forma esquisita, mas graças a ''deus'' veio. E a meditação trazia nos frutos, de novo. Desde então com toda essa calorosa movimentação em minha cabeça, pude voltar para casa no meu ápice do aprendizado. Logo em seguidas deite-me e tirei um belo de um cochilo, pronto para um novo dia.

HP&CH: Intactos
Treinamento: +2 pontos em inteligência


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[FICHA] [M.FICHA]
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Re: O tracejar da moçx - em 22/8/2017, 20:55

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What you're looking for? Stay away from my character sheet!
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Superior a Kage | Anbu | Heroína
Superior a Kage | Anbu | Heroína
Re: O tracejar da moçx - em 28/8/2017, 10:57



Você já teve aquela sensação... Como estivesse dormindo por um tempo bem grande? Como se uma vida toda.
Daí você tem sonhos malucos. Coisas que nem sabia que seu cérebro poderia imaginar.
-O sonho acabou? – me perguntei.
Mal conseguia ficar em pé. Quem é que fica cansado num sonho? Mas eu sei quem é um sonho por que não tem chance de eu ter acordado usando isso. Mamãe teria me matado. Eu não deveria usar isso até o dia da formatura. Se é que eu teria uma. Eu sabia que aquele era um sonho por que a última vez que nevou em Iwagakure no Sato eu mal sabia andar. E se isso não fosse um sonho eu estaria congelando de frio. E tudo que eu sinto é um refrescante...
-Brisa?! – novamente me questionei.
-Parada onde está. Essa é uma área restrita – ouvi uma voz.
Certo... Criaturas gigantes de metal, caindo direto do céu, cheias de buracos para arremessamento de armas.
Meu pai iria amar esse sonho.
-Quatro cinco e seis chequem a cratera. Dois e três ao meu sinal – falou uma das máquinas gigantes.
Fui cercada. Eles não pareciam amigáveis.
-Contenham-na! – novamente disse o que parecia ser a máquina líder.
Atacaram. Cada uma delas prendeu um dos meus membros. Apenas minha perna esquerda foi perdoada por que não havia mais máquinas ali.
Eu pude – Eu pude sentir. Doeu!
-Preparem a pulverização – novamente ordenou o líder.
-Deixe-me em paz! – ordenei.
Desejei muito que acordasse naquele momento.
-Olhem! As roupas dela...aquele símbolo! – disse uma das máquinas.
-Cale-se e concentre-se! – ordenou novamente o líder.
Sentir como se meu cérebro estivesse em chamas! Meus deuses, eu não... Eu não achava mais que estivesse sonhando. Comecei a achar que aquilo era real e o sol, tinha algo errado. Algo errado com o sol! Eu não estou em Iwa! –percebi. Meus olhos avermelharam. –SSSS- um som como se estivesse queimando. E então uns enormes espinhos de cristais, sem qualquer tipo de realização de selos, acertou de frente ao que podia chamar de rosto de um dos robôs.
Meu braço esquerdo já não estava mais preso. O que estava acontecendo? Eu antes estava com minhas amigas e em casa. E agora eu não conseguia me lembrar de nada.
-ZZZTK... Deus! Deus eu estou queimando - TZZ—Me tire daqui, me tire daqui. – lamentou o robô que foi atingido. Ele estava caído a alguns metros de minhas costas. Meus olhos saiam uma fumaça avermelhada e estavam da mesma cor. Um dos robôs planou rapidamente em minha direção. Estava distraída a ponto de ter sido golpeada e então cai. Seu punho golpeou minha barriga me pressionando contra a neve. Papai sempre havia me dito – Quando te derrubarem precisa reagir!
-NNHHH – rangi. Fiquei de joelhos e então me levantei rapidamente. Revidei com um soco que jogou aquele robô a alguns metros de distância. Por um momento me perguntei como eu havia feito aquilo. O que estava acontecendo comigo?! Podia ver meus nervos com apenas um olhar. Mas antes que pudesse ficar presa a pensar no por que daquilo, ouvi uma explosão. –BOOOM! –algo explodiu perto de mim. Um dos robôs havia disparado uma rajada explosiva próxima a mim.
Tive medo e então dizia a mim mesma para fugir. Como eu ainda estava viva?! Pensava em somente fugir. Pisava na neve, o que era difícil até mesmo para mim. As máquinas planavam no ar graças a propulsores. –CHOOM! – era o barulho dos tiros das máquinas logo atrás de mim acertando a neve. Fui atingida. Pelas costas. Meus ouvidos tiniram. De onde vinham aqueles sons.
-Por... Por favor, pare... – implorei.

Era ensurdecedor. Meus ouvidos rugiam um barulho contínuo de apito e os golpes inimigos iam entrando de forma contínua também. Aos poucos ia perdendo minha consciência e lágrimas podiam ser vistas em meus olhos; não eram ciscos. Tentei não me conter, realizava qualquer tipo de movimento aleatório que por conseguinte era impedido pelos inimigos. A visão estava turva e beirava a escuridão. Busquei em meu desespero poder e não achava. Tomada por cansaço e dores a resolução! Sem mexer-me gritei. Gritei como se não houvesse amanhã... um grito de dor, desespero e ao mesmo tempo alívio. Agora, o poder corria em minhas veias e eu já não respondia por mim; com movimentações simples de mãos, apenas esboçando minha vontade criava e destruída objetos de cristais negros do nada. Destrutivo e lindo, era uma bela denominação para aquilo que estava acontecendo.

De fato, me empenhei em base da dor e da agonia de morrer e elevei meus horizontes a níveis extraordinários. Naquela situação já não me mantinha presa nas realizações de técnicas e agora, a maioria poderia realiza-las apenas demonstrando minha vontade. Em instantes, mesmo quase inconsciente, derrotava todos os inimigos. De repente um susto. Era um sonho; porém, toda atividade e acontecimento havia sido memorizado e servido de treinamento/lição para minha vida. Agora pude conter-me nesta evolução e estava preparada para situações mais perigosas; ia para casa para um possível descanso.

HP&CH: Intactos
Treinamento: +2 pontos em iSelos



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Re: O tracejar da moçx - em 28/8/2017, 11:02

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