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Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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22/2/2018, 19:17
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Awake - Espec — Ligado a Natureza.

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Haise continuava sua busca incessante por poder. Agora, em terras obscuras, sua nova ambição seria um boato que circulava sobre os aldeões: A misteriosa energia espiritual dada pelo espírito da floresta.

Spoiler:
Desenvolva uma narração qualquer aí, descobrindo sobre o poder e blablabla.
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Enquanto os dias se estendiam, os boatos se espalhavam: Nos pântanos obscuros de Velen, habitavam três bruxas irmãs, detentoras de um poder espiritual, concebido pela natureza da floresta em si. Era uma história bem curta, e pouco esclarecedora. O suficiente para atiçar minha curiosidade e me fazer iniciar uma busca, talvez sem sentido, mas que no momento, era o suficiente para alguém ávido como eu. Pessoas fortes tinham em todos os cantos, encontrá-las não era uma tarefa tão fácil. Não perderia aquela chance.

Ambicioso e inquieto, trespassei uma cortina de galhos malformados e exauridos. O leve toque fazia com que as cascas de seus troncos se despregassem, liberando um muco excêntrico e nauseante. Sacudir as mãos fora o suficiente para largar a ripa de madeira, mas só um banho completo extinguiria todo aquele fedor e descolaria o líquido da pele. Não fosse pelo uso do Nen, talvez estivesse tomando um banho no lago situado atrás da parede ramificada de galhos, mesmo sem saber se era igualmente fedorento.

Imerso, concentrado. Separei alguns segundos sobre a necessidade de ter que gastar energia para me livrar daquilo, quando fui, iminentemente, surpreendido pela aparição de um homem peculiar; seu corpo era débil, os olhos inchados e a pele enrugada. Não viveria mais do que dez anos, mas isso não parecia preocupá-lo; suas roupas eram trapos, e sem sapatos, misteriosamente caminhava sem desdém sobre o pântano infestado.

—— Não faça isso. —— sua voz ecoou.

Haise; HP: 300, CK: 945.
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O velho que surgira era um curandeiro das redondezas. Apesar de possuir um físico humilde e pouco atraente para as ambições de Haise, ele possuía algo mais valioso: informação. E Haise trataria de ouví-lo.

Spoiler:
Gostei do começo. Pode continuar. Sinta-se à vontade. ^_^
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—— Se dê valor à vida, não use seu chakra. As árvores possuem vida, e seu muco é espiritual. Mágico. Nada poderá fazer, por enquanto,mas se me ouvir, posso lhe dizer uma forma para acabar com o fedor que lhe aflige. —— seguido após seu repentino aviso, o velho se dirigiu à mim, alertando-me, como um pai.

Uma sensação alarmante, instigada em meu peito sobre os reais motivos de alguém querer se opor à mim; um ninguém, desconhecido, ousa oferecer ajuda à um outro desconhecido. Exaltado, mas compreensivo.

—— Hahaha! Então me diga, velho. Como, nos sete mares, algo não poderia ser resolvido com Nen!?. —— Nen era a mágica que usava, embora conhecida como Chakra, aderi ao nome por puro capricho.

—— Não é uma questão de poder. Tenha paciência.

—— Fica para outra hora, velho.
Um golpe preciso, desferido contra a pele e a camada mucosa que se solidificava externamente, acima do braço. O chakra espalhou-se, mas foi rapidamente repelido. Espantosamente, meu rosto transformou-se em algo similar como o de um profeta cujo descobrira que suas previsões eram incertas e puramente falácias. Um salto para trás, reerguendo-me do tombo psico e emocional que recebera. O braço, de maneira parecida, caía, sem respostas à minha movimentação. Relancei meu olhar ao mesmo, enquanto desesperadamente tentava levantá-lo. Sem sucesso, transferi o olhar duvidoso e faminto ao homem.

—— O que é isto!?
—— Eu lhe avisei.



Haise; HP: 300, CK: 945.
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Haise encontrava-se levemente desencantado agora que suas crenças lhe traíam fortemente. O velho estava disposto a ajudar, mas não sabia se aquele à sua frente era digno de ajuda.

Spoiler:
Nenhuma consideração. Prossiga.
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—— O chakra não é algo muito diferente do que se encontra em todos os cantos por aqui. A natureza que nos circunda possui algo similar com a mágica que você detém, entretanto, é completamente natural e independente. Se você não for capaz de controlá-la, como as três bruxas, este é o destino que lhe aguardará. A propósito, proponho que me ouça se não quiser que seu braço perca a movimentação permanentemente.

—— Interessante. Guie-me então, curandeiro. —— de certa forma, atribuía bem ao nocivo e grisalho ancião. Dando de costas, o curandeiro liderou um caminho composto por trilhas de madeira escassa, semi afundadas em pequenas poças de água do pântano, cercadas por árvores esqueléticas e igualmente nefastas. De um lado, sobre o lago pantanoso, o nevoeiro se erguia, cinzento e obscuro. Do outro, estatuetas e talismãs, com diversas formas e talvez algum significado oculto. Uma figura, em particular, roubava temporariamente minha atenção: Uma outra estatueta de madeira. Polida e talhada, mas suja e corrompida; velha. Nada de diferente das outras que vira durante o caminho, não fosse pelos peculiares acessórios colocados cuidadosamente sobre as mãos e pescoço do objeto inanimado. Cordões forjados com lã, linha e... doces. Aparentemente frescos, trespassados com uma linha que rodeava os membros da escultura.

—— O que é isso, velho?—— curioso, perguntei.

—— Ninguém sabe. Se fosse para adivinhar, diria que é um fetiche das bruxas...

Seguimos, quietos.

Haise; HP: 300, CK: 945.
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Seguindo o curandeiro, Haise logo se deparou com uma casa de estrutura moderna, porém, ainda velha. O ambiente a corrompia gradativamente, já que o próprio pântano tinha suas peculiaridades.

Aconselhado a entrar, Haise decidiu seguir em frente, confiante em si mesmo, não temendo nada além do desconhecido que afrontava seu braço imóvel.

Spoiler:
Nenhuma consideração. Prossiga.
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Enquanto o caminho que atravessamos ficava para trás, um vislumbre sem qualquer arrependimento, permitia notar apenas a névoa trespassando o pântano para sobre a trilha de madeira sobre a lama que passamos, ofuscando o caminho outrora percorrido, deixando a sensação de que não haveria um caminho de volta, nem tão cedo, nem tão fácil.

Retomando a concentração e prioridade ao caminho à frente, me deparei com uma construção obsoleta. A casa de madeira tinha uns bons metros de altura, mas a escassa estrutura externa dava a entender que possuía também, bons anos de vida. Logo cairia, deduzi. Embora não fosse minha preocupação atual, a observação do ambiente tinha se tornado um hábito. Voltei os olhos ao curandeiro, enquanto meneávamos até a porta principal da residência. Seus olhos me visaram, mas logo retornaram à frente. A porta, escura, desgastada, mas ainda inteira, parecia olhar-lhe de volta. Poucos segundos se passaram até que ele decide bater à porta. Um silêncio repentino se instalou, mas fora logo quebrado por um estrondo e o romper da porta.

[...]

Três silhuetas fantasmagóricas, cercadas por uma fumaça misteriosa, liberada de dentro da casa. O curandeiro afastou-se no último momento, e por algum motivo, porta voou até quase acertar em mim. Não seria possível que estivessem mirando em mim. Seria?

—— Foi por pouco, irmã.
—— Sim.
—— Hahaha!


Três bruxas, respectivamente, três vozes.

—— Parece que temos um bom sacrifício aqui hoje. Obrigado, Elskwehtkhnoaeiosr!
—— Sim! Belo trabalho!
—— Finalmente, depois de semanas!


E novamente, horripilantemente, elas continuavam.

—— Então, era disso que se tratava.

Haise; HP: 300, CK: 945.
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Uma repentina mudança de papéis, algo que talvez trouxesse um final trágico à Haise, ou o quê? Ele não mostrava-se preocupado. Na verdade, parecia muito bem ter se preparado para isto.

O que ele faria?

Spoiler:
-
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—— Elskwehtkhnoaeiosr... Então este é o seu nome?

O curandeiro virou-se para mim, olhando-me com um olhar de pena, mas sem remorso. Claramente não era a primeira vez que ele protagonizava o teatro, em prol de conceder um sacrifício às Moiras.

—— Espero que me perdoe, garoto. Mas a vida aqui não é tão fácil quanto de onde seja lá que você tenha vindo.

Suas palavras entraram por um ouvido e saíram pelo outro. Eu não me importava de verdade, afinal, teatros faziam parte do meu ser. O chamariz, a atenção, a peça! Mergulhei-me em uma psicótica onda de risadas, insanamente curvando meu torso enquanto as duas mãos foram de encontro ao topo da cabeça, mutilando-me com as unhas. Sangue escorria acima das sobrancelhas, envolvendo-se em uma corrente única, deslizando pelas bochechas. Os olhos semicerrados fitaram unicamente as três bruxas de aparências desconcertantes, mas nem um pouco amedrontadoras. Elskwehtkhnoaeiosr encarava amedrontado, não passava de um figurante cujo poder seria insuficiente até para se salvar. O tempo fracionado quebrou-se, e em um milésimo de segundo, um corte foi desferido, perceptível apenas por uma vibração incomum e abrupta no ar. A cabeça de Elskwehtkhnoaeiosr desligava-se de seu corpo, vindo ao chão, seguida de seu corpo, ajoelhado e por fim, deitado. O sangue continuava a jorrar incessantemente enquanto não destravei o olhar uma única vez das Moiras, que de contraste, me olhavam também insanas e nem um pouco felizes. Se me perguntas, Moiras são como eram chamadas dezenas de anos atrás. Posso ser ambicioso, inquieto e corajoso, mas não sou burro. A pesquisa que fiz levou-me à este lugar, e não meros boatos. Não me movia por simples ambição, se não fosse devidamente calculada. Não perderia tempo se não soubesse exatamente o que queria encontrar.

—— Então, Moiras? Onde está o amuleto?
—— ...

Novamente, o silêncio se instalou. A expressão em suas faces transmitia a desilusão que viviam, mesclada com a situação surpresa que acabaram de presenciar; sem sequer descobrir como e porquê eu sabia seus nomes.

[...]

Suas mortes foram lentas e excruciantes, mas não consegui obter a informação que almejava. Tive de revirar a casa dos pés à cabeça em busca de um único amuleto, retratado somente em um livro e nas palavras de um velho andarilho. Aquilo que é capaz de dar-me de volta o que um dia perdi: a ligação com a natureza. Autônomo, o amuleto me faria novamente um Eremita, e assim, permitiria-me acessar a natureza e com ela me tornar um só.

Ao fim, ateei fogo à casa. Não queria que outros rumores rolassem por Velen, então decidi sair. O braço que estava imóvel foi facilmente consertado com a presença do amuleto que enrolei no pescoço. Este que absorvera a energia e a transmitia para mim. Precisaria usá-lo por mais alguns dias, até me tornar independente, ou pelo menos, era isso que o conto dizia.

Spoiler:
Cabo.


Haise; HP: 300, CK: 945.
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