Naruto RPG Akatsuki
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09.09.2017 — Exatamente um mês desde o último update, estou aqui hoje para avisar que o arco RUPTURAS está oficialmente encerrado. Ao longo dos próximos dias o tópico referente a ele será devidamente atualizado. Como prometido, novos sistemas virão (já estão disponíveis para o público ver e sugerir coisas) e novos Clãs/Kekkei Genkais também, além disto, muito em breve teremos o inicio de um novo arco.
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[+18] A extrema mudança de Asuka Kudou

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Reinvidicação Descabida
Descrição: Um ninja de outra vila resolveu atacar o nosso Senhor Feudal, para roubar o cargo dele. Mas o nosso senhor feudal não tem tempo para isso. Antes que esse lúnatico chegue ao menos próximo da residência do Senhor Feudal, encontre "Chitoshi", e acabe com esse desafio.

ALERTA!!!


O texto a seguir não é recomendado para menores de 18 anos pois possui conteúdo sexual explicito, violencia, estupro e cenas extremamente fortes. Também é contra indicado para pessoas que não aguentam esse tipo de cena.

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Minhas mãos tremulas de raiva e segurando a carta que anteriormente havia pego, não era como se eu quisesse matar o garoto que tinha entrado na casa, na verdade, eu havia evitado matar desde que comecei minhas missões, só o fato de pensar o contrário já me embrulhava o estomago. Eu seguia para o lugar em que eu me vi pela primeira vez, o lugar em que imaginei uma vida nessa nova vila, o lugar... em que eu achei que as coisas seriam diferentes.

Andei até o portão da vila e abri a carta que peguei anteriormente, para ver qual eu iria realizar sozinha pela primeira vez, mas, mais do que isso, a primeira missão que eu poderia utilizar meus poderes ao máximo sem me preocupar com manter segredos. Afinal, não teria alguém para que eu escondesse segredos. A carta foi uma surpresa para mim:

“Venho lhes pedir para engressar no time de vocês por recomendações feitas do meu pai,lider do clã uzumaki em iwa.”

O garoto apenas queria se juntar à equipe, o que me levava a pensar no porquê de ele não ter dito nada de uma vez. “Droga, eu fui muito rude com ele, mas não tive essa intenção... como eu ia imaginar...? ” Mas agora eu já tinha uma meta, sou orgulhosa demais para voltar atrás assim, preciso fazer outra missão.

Segui pelas ruas de Iwa, evitando as ruas que Noah costumava passar, mesmo sabendo que ele deveria ainda estar na casa dele com o garoto. Cheguei finalmente no gabinete do kage, mas não foi necessário dar entrada, um dos jounins, e dessa vez um verdadeiro jounin, me parava perguntando se eu poderia realizar uma missão. “Perfeito! ”

Peguei a missão e segui para um local mais calmo para ler a missão. Falava sobre o senhor feudal e um grande texto que se seguia sobre um inimigo, o inimigo da missão. Um cara que se chamava Chitoshi, eu deveria derrota-lo antes que ele pense em tirar a concentração do senhor nos seus afazeres, pelo menos havia um endereço no papel, onde a luta deveria acontecer.

Segui para o local determinado, um homem estava no local, cabelos pretos ao vento, mostrando a única parte nua de seu corpo: O pescoço moreno, provavelmente queimado pelo sol. Algo ainda intrigante nele era a cicatriz que tinha em suas costas, duas cicatrizes largas, mas que davam a impressão de que se estendiam muito abaixo.

O homem não se importava com a minha presença, até eu começar a mexer com meu chakra. O homem sumiu, deixando a areia subir no local, transmitindo a mim um certo medo e me deixando confusa sobre o paradeiro do homem. A risada do homem correu pelos meus ouvidos, assim como a respiração dele em meu pescoço.

- Eu esperava um homem para me enfrentar, garotas tem outras utilidades. – As mãos do homem, que antes estavam dentro dos bolsos da calça, se mostraram garras afiadas que passaram levemente pelo meu rosto, não o cortando, mas deixando uma elevação vermelha no local. Paralisada pelo medo, senti apenas depois o frio da kunai que o homem usava para cortar as abotoaduras de meu vestido, em minha mente, desejava apenas a chegada de Noah me salvando desse vilão e me levando para a mansão de sua família.

[..]

Ele não apareceu, as histórias românticas que eu lia, de fato não funcionavam dessa maneira, mas eu tinha que revidar, tinha que evitar que ele faça... seja lá o que ele quisesse fazer comigo naquele local. Utilizava minha mão direita para começar a fazer os selos, mas sua mão, tão rápidas quanto a locomoção dele, fecharam-se entorno de minha mão antes que fosse possível realizar pelo menos um deles. Não houve desistência, tentei utilizar a outra mão para fazer os selos que foram novamente impedidos.

- O papai não gosta de meninas malcriadas. – O homem torceu ambos os meus braços trás, me fazendo urrar com a dor da agressividade. Me virei para encarar o homem, um sorriso perverso passava por seu rosto, mas ao mesmo tempo, algo que eu nunca havia visto nem nos homens que meu pai prendia, alguma coisa com esse homem estava errada e eu não quis saber o que era.

Tornei meu corpo em papel e consegui me livrar das mãos do homem que ficava com um semblante ainda mais assustador, dessa vez não parecia gostar da situação, agora ele parecia mais estar com ódio da garota, misturado com um desejo que parecia ser difícil de saciar. No homem, uma protuberância ficou mais aparente quando o homem esticou seus braços para trás e liberou asas semelhantes à de um louva-deus.

- Eu vou destruir com a sua flor tão dolorosamente que você vai implorar para que eu pare, mas isso só irá me deixar com mais vontade de te ter em meus braços. – “Flor? Eu não tenho nenhuma flor...”. Eu tinha vontade de responder isso a ele, queria acabar com seja lá qual fosse as intenções dele. Mas uma lembrança me deixou pálida, a lembrança de meu pai falando sobre uma flor, mas não era uma flor literal, assim como o inimigo falava, era uma metáfora.

“- Filha, eu não sei bem como ou quando falar isso com você... – Ele parecia meio sem graça. Seus cabelos iguais aos meus estavam delicadamente sendo ajeitados para trás de minuto em minuto, o que demonstrava o nervosismo dele. – Existe um momento na vida... – A conversa ocorrera ainda esse ano, pouco antes de me mudar para Iwa.  – Ou melhor, não precisa existir se não quiser, e eu espero que demore muito.

- Fala logo pai. – Interrompi, era irritante, ele fazia isso sempre que ficava nervoso, como na vez que a minha mãe estava com dores estomacais no quarto, e gemia, mas que só o papai podia cuidar dela, o que eu realmente não entendi, ele podia leva-la no médico ou coisa assim, e também não fazia sentido ficar sem graça ou vermelho por causa disso.

- Bem, algum garoto pode querer fazer coisas... erradas, com você. – Ele falava com calma, mas o susto que tive e o pequeno gritinho “que tipo de coisas” eu não consegui evitar. – Coisas erradas, como mexer em seus seios ou colocar a mão ou algo mais em ou entre suas pernas, ou até mesmo querer vê-la nua. Esse tipo de coisa errada. Mas existe algo, como se fosse uma pequena flor, em seu estomago, e você deve protege-lo até ter firmeza em sua cabeça, maturidade, ou até mesmo uma idade mais avançada, como 15 ou 18, quem sabe 50 anos...

- Pode deixar papai, vou proteger essa flor, seja lá o que ela for. – Não entendi o que meu pai me disse, mas eu aceitei proteger de coisas como agora, eu irei proteger a minha flor até o fim. Ele não me explicou muito mais do que era isso ou qualquer coisa parecida, apenas que eu poderia matar quem fosse tentar algo assim contra minha vontade, que ele estava falando comigo pois minha mãe daria um conselho errado sobre isso, e que ele queria me deixar preparada para tudo. ”

A verdade, é que minha mãe também me falou sobre isso mais tarde, e o conselho dela foi “Dê a sua flor para quem for a pessoa mais importante de sua vida” o que não foi de fato um conselho tão ruim afinal, mas ela também me pediu para esperar para fazer isso. O homem sumira novamente, ele era mais rápido do que eu podia ver, estava novamente atrás de mim, e, com um empurrão para baixo, ele me fez ficar de joelhos.

Algo surgiu passando por meu rosto, “ou queira colocar algo entre suas pernas” seria disso que meu pai falava? Se fosse, ele não havia comentado nada sobre eu ter que colocar aquilo na boca, o que me enjoava só de pensar, a única coisa que eu pensava que aquilo fazia, era “excretar líquidos de seu corpo” dito por sua mãe, mas eram líquidos ruins, que não serviam para o organismo, o que ele planejava fazer com isso?

- Agora chupa isso como se fosse um picolé. Eu te garanto que você vai gostar. – Era grosso demais para que ela chupasse aquilo, nem ao menos caberia na boca da garota se tentasse. – Vai ser menos doloroso para você na hora que eu colocar isso entre suas pernas para acabar com sua virgindade. – Escolha errada de palavras, todas elas. Ele nem ao menos sabia que havia dado cartão verde para que eu o matasse, e tinha certeza que eu aproveitaria cada segundo. Um tapa me deixou com o rosto vermelho, ele surgiu quando o homem viu que eu não faria.

- Então você vai sentir na pele, e isso vai doer muito. – Disse o psicopata para mim, ele se aproximava, já sem roupa, com seu pênis balançando. A risada do homem dava mais medo que qualquer coisa que ele dissesse, ele rasgou minha roupa e o medo me fazia ofegar. Mas ele tentou novamente, puxou meus cabelos até sua cintura, o cheiro forte me fazia enjoar, aqueles pelos roçando em minha cara, mesmo assim minha boca permanecia fechada, tocando naquilo que, pelo que me lembro, se chamava saco escrotal, a parte mais sensível do corpo do homem, de acordo com minha mãe.

Fingi levar ambas as mãos até o membro que o homem me pedia para chupar, mas com a mão esquerda, que realizava movimentos de vai e vem no membro, ele rebateu minha mão direita.

- Sem mãos, apenas boca. – Outra risada, mas com a mão direita, fui rápida o bastante para torna-a uma lamina e cortar meu cabelo, o deixando curto e reduzindo a vantagem do homem sobre mim, que devolveu minha ação com uma joelhada no rosto, me arremessando alguns metros dele, totalmente nua, com cortes e ralados pelo piso de pedra, além do canto da boca que sangrava e o nariz, que além de sangrando, doía por conta da joelhada.

- Sua putinha! Quer bancar de difícil? Vamos ver se é mesmo. – O choque não deixava a garota chorar, no entanto, estava quase em seu limite. – Agora eu vou te comer como se você trabalhasse com isso. – A expressão não me era familiar, e realmente não queria saber o que significava, queria apenas sair dali o mais rápido possível.

O homem surgiu em cima de mim, rápido o suficiente para eu não ter tempo de me defender. Ele abaixou, prensando o meu pescoço no chão, quase tirando seu ar, assim como ambas as minhas mãos. O homem não esperou para começar a forçar a entrada no meu corpo pequeno, especialmente para um homem daquele tamanho. O membro não entrava, mas me fez gritar de dor, dor que me fez pensar com mais clareza. Liberei um filamento da minha barriga em cima da sombra do homem, consegui realizar um jutsu que o prendeu no local.

A prisão não seria eterna, mas deu tempo para que eu escapasse das mãos do homem, me tornando papel novamente. Uma outra risada veio do homem, ele se livrou com muita facilidade de sua prisão e, tão rápido quanto, ele correu por toda a distância que existia entre nós e me pegou novamente pelo pescoço, dessa vez me prensando e fazendo bater as costas em uma arvore. A batida me fez cuspir sangue pela boca, que sujou a camisa branca, aberta, de botões, a única peça de roupa que ele usava no momento.

Eu segurava a mão dele com ambas as minhas, tentando escapar, no entanto, a força dele era enorme e extremamente superior à minha. Ele tentaria novamente me penetrar com aquilo que era maior e meu rosto e, mesmo que entrasse, era impossível que fosse tudo. A dor lancinante tornara a aparecer, ele ainda não havia percebido que aquilo não entraria e, por mais que tentava, ele apenas rachava minha pele, uma sequela que iria durar para minha vida todo, ao menos em minha mente.

- Acho que não vai funcionar. – Uma nova risada. Ele cuspiu em seu membro e andou tranquilamente até mim, que rastejava de costa para ele, mas mesmo assim virava a cabeça para vê-lo de tempo em tempos, acariciando aquele membro. – Acho que você quer que tentemos pelo outro lado, não é mesmo? – O meu rosto se tornou tão branco quanto os papéis que eu me tornava, eu só conhecia uma única outra possibilidade de ele colocar aquilo em mim...

Agora que ele não tinha outra forma de me dominar, ele prensou meu pescoço com seus braços musculoso e me levantou do chão. Me sentindo impotente diante dele, eu ficava sem ação enquanto ele tentava introduzir aquilo em mim, dessa vez pelo outro lado. A noite fria... Noite? A ação era tão excruciante que nem havia percebido que a noite caíra, Noah deveria estar preocupado. “Noah... isso... foque-se no Noah...” eu pensava comigo mesmo, o que abriu minha mente para a nova estratégia.

Poucas lágrimas escapavam de meu rosto, eu sabia que era só por impacto inicial, isso me destruiria mais tarde, e mesmo assim chutei o ponto fraco do homem com a maior força possível. Ele me soltou, a dor ainda estava me corroendo, corri o mais rápido que a dor me permitia, sem me preocupar com a falta de roupas, o que normalmente me faria ficar vermelha, no momento, a única coisa que importava era fugir dali o mais rápido possível.

O homem parou de gemer e xingar, mas não quis olhar para trás para ver onde ele estava, ao menos não até ele me parar no meio do caminho, para sair da área florestal cheia de pedras, em que a luta ocorria, e voltar a Iwa. O homem segurou minha cabeça com a mão esquerda e literalmente me levantou por ela, enquanto que com a mão direita encostava uma kunai e, as últimas palavras que ouvi dele foram:

- Eu tentei não te matar, mas você não para de fugir, farei isso com você morta mesmo. – O homem passou a kunai em minha garganta de fora a fora, eu deveria ter morrido naquele momento, ele pensou que eu morri naquele momento.

Minha garganta na verdade, se tornavam dezenas de papéis que mudavam de lugar, evitando que ele cortasse qualquer coisa de meu corpo, mas eram resistentes o suficiente para se fingirem de carne, enquanto se dobravam, evitando o corte. O homem, sem dizer uma única palavra, me jogou ao chão, talvez tenha percebido a falta do sangue, por que ele ainda se aproximou com cuidado de mim. Mas não foi o suficiente, eu consegui revidar.

Eu ouvia os passos calmos dele até mim, e com isso, soube exatamente a hora de revidar. Me impulsionei do chão, como se fosse dar um soco no homem, ele sabia que era resistente para evitar o soco apenas com a barriga, embora não esperava que meus papéis, do braço, se realinhassem e tomassem uma forma tão sólida e tão afiada capaz de perfura-lo, assim como eu fiz, foi o meu primeiro assassinato, assim como eu esperava se fosse o último.

O homem agonizou no chão por alguns momentos, mas me mantive no local para garantir que ele estivesse morto. Assim que a certeza e a segurança vieram, eu cortei a cabeça dele e, sorrateiramente passei pela vila com ela, para que ninguém me visse. Os olhos dele pareciam me encarar, como se ele fosse me atacar novamente, mas não o fizera. No local em que eu deveria pegar a recompensa, apenas uma jounin me viu, alguém que eu sabia que não seria a última vez que eu a veria, especialmente após contar o que houve. A jounin sem instruções para casos como esse, me entregou a recompensa e me deixou ir até a casa de Noah, onde fui em forma de papel, para garantir que ele, nem ninguém, não me visse daquela forma.
Considerações:

- Tudo tentativa, mas coloquei no futuro.
- Tudo na velocidade mínima.
Jutsu:

Shikigami no Mai
Rank: B
Descrição: Usando o seu origami e altas habilidades em ninjutsu, Konan pode transformar seu corpo e roupas em muitas folhas de papel. Ela pode controlar e remodelar até mesmo partes de seu corpo com folhas à vontade, fazendo formas tais como armas de ataque, borboletas para espiar, aviões, papel para o transporte rápido, ou simplesmente cobrindo seu inimigo em folhas de papel, restringir e asfixiar-o. Ela também é capaz de pairar enquanto em sua forma de papel. Este artigo é aparentemente descartável, incluindo partes de seu corpo convertidas em papel, o quanto de papel que ela pode gastar ou criar, varia com a sua reserva de chakra. Ela também pode ocultar selos explosivos entre os seus papéis para adicionar uma surpresa mortal para seus ataques. Nesta forma, no entanto, ela é fraca para técnicas de óleo, o que provoca com que o papel fure. Ela não é, fraca contra água, na mesma medida, como pode ser visto quando o Pein lavou o óleo dela com o Suiton: Hōmatsu Rappa, seu uso de papel em sua aldeia de Amegakure onde sempre chove, e mais tarde em sua batalha contra Tobi onde ela dividiu um lago com seu papel. Isso é mostrado mais tarde no anime, como Konan usa a água para sua vantagem, absorvendo seu corpo de papel na água assim fazendo que as chamas e o calor não a queimem.

Nome: Kagemane Kami no Jutsu
Rank: B
Alcance: 50 metros.
Selos: Cobra, Tigre e Rato.
Duração: Imediato.
Gasto: Assim como Kagemane Shuriken no Jutsu, não é necessário um gasto para ativação, mas para manter é necessário 30 pontos (Grande Controle de Chakra não reduz esse gasto).
Descrição: Esta técnica é uma variação de Kagemane Shuriken No Jutsu, onde o usuário concentra seu chakra em seus papéis que, quando ambas as sombras se encontram, dá ao usuário o poder de prender determinado oponente a sua escolha, no entanto, é um pouco mais fraco que o jutsu de origem, pois não é possível manter mais que um oponente preso por vez.
Observações:
- Alcance variável de acordo com os papéis, mas apenas funciona caso uma das sombras das folhas entre em contato com a sombra adversário.(Obviamente deve ser narrado isso.)


Doujutsu:
Byakugan
Descrição: O Byakugan (白眼; Literalmente significa "branco do olho") é o dōjutsu kekkei genkai do clã Hyuga. É um dos Três Grandes Dōjutsu (大三 瞳 术, Daisan Dōjutsu), juntamente com o Sharingan e o Rinnegan. Aqueles que herdam o sangue deste clã quase inexpressivo, tem olhos brancos. Quando o Byakugan é ativado, as pupilas do usuário se tornam mais distintas, e as veias se elevam perto dos olhos. Parece também que ao contrário dos outros dois grandes dōjutsu, todos os membros do clã possuem e podem usar a kekkei genkai desde o nascimento, em oposição à necessidade de despertar ou mais, não herdá-lo em tudo.

As Habilidades do Byakugan deixa-o muito cobiçado por outras aldeias, como evidenciado por Kumogakure que tentou roubá-lo, um evento que levou até o que é conhecido como a "Questão dos Hyūga". Ao de Kirigakure foi capaz de obter um único Byakugan de um Hyūga que ele derrotou, e utiliza grandes forças para protegê-lo. Ao mesmo tempo, Danzō Shimura tentou igualmente recuperar ou destruí-lo. Ao contrário de um Sharingan transplantado, um Byakugan transplantado pode ser ativado e desativado a vontade.

Bolsa Ninja:

2 Fios(10M)
3 Kemuridama
5 Hikaridama
10 Kunai
4 Hyorogan
4 Zoketsugan
72 Kibaku Fuda

Status:

Sangue: 200/200
Chakra: 430/500
Speed: 2m/s

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Aprovado.
Muito boa a narração. Só espero que tu não use o que aconteceu na narração para justificar a força da personagem futuramente.

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