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09.09.2017 — Exatamente um mês desde o último update, estou aqui hoje para avisar que o arco RUPTURAS está oficialmente encerrado. Ao longo dos próximos dias o tópico referente a ele será devidamente atualizado. Como prometido, novos sistemas virão (já estão disponíveis para o público ver e sugerir coisas) e novos Clãs/Kekkei Genkais também, além disto, muito em breve teremos o inicio de um novo arco.
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Primavera:
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Verão: 08/12 - 30/12
Outono: 31/12 - 22/01
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[Q. PODER DAS FLORESTAS] Urameshi

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1 [Q. PODER DAS FLORESTAS] Urameshi em 18/9/2016, 13:41

Deca

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Gennin
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Poder das Florestas
Requerimentos: Senju, 5 Ninjutsu, Doton & Suiton.
Recompensa: Habilidade Secundária: Mokuton.

Você foi convocado para uma reunião do clã com os líderes, primeiro post é indo para ela.




Simplicidade e realidade me encantam. Busco trazer isso no que escrevo. (plágio '-')
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Há muito eu não tinha me encontrado com os demais membros do clã. Me perguntava se estava acontecendo algo com os Senju. Não que eu me preocupasse, queria mais é dar uns bons cascudos naqueles velhos esquisitos. Eu estava em casa, observando as vielas da vila de um ponto alto e aproveitando a brisa. Um ninja surgiu nas minhas costas, surpreendendo-me, rapidamente assumi uma postura ofensiva e esperei seu ataque. Depois de uma olhada, pude perceber que se tratava de um ANBU de Konoha.
Boa tarde — Disse por detrás da máscara enquanto se ajoelhava. — você é o Urameshi-san? — Perguntou de forma tímida.
— E aí... Sou eu mesmo... O que você quer de mim, tá afim de levar umas boas porradas? — Respondi de forma rude. Não gostava de ser incomodado no meu momento de relaxar.

Ele foi se aproximando devagar, retirou de sua bolsa ninja uma mensagem, entregou-me o papel e então se retirou. Eu segurei aquela folha firmemente, desenrolei-a e então a li. Tratava-se de uma mensagem enviado pelos Senjus endereçada à mim. Ela não se prestava a redigir um assunto, apenas que minha presença era requisitada imediatamente. Pensei em ignorar, mas não seria bom para minha relação com o clã ter uma atitude como essa. Fui ao casa do clã, um espaço reservado exclusivamente para o encontro dos membros. Depois de muito andar, finalmente encontrei o lugar descrito no mapa. A porta era enorme, bati algumas vezes nela mas nada acontecia.
— "AÊ", "CARALHO", AVISA QUE O GRANDE URAMESHI-SAN CHEGOU GALERA!!! — Gritei esperando que alguém me atendesse.
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Mortals have made up their minds to name two forms, one of which they should not name, and that is where they go astray from the truth. They have distinguished them as opposite in form, and have assigned to them marks distinct from one another. To the one they allot the fire of heaven, gentle, very light, in every direction the same as itself, but not the same as the other. The other is just the opposite to it, dark night, a compact and heavy body. Of these I tell thee the whole arrangement as it seems likely; for so no thought of mortals will ever outstrip thee.
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Deca

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Gennin
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Poder das Florestas #2

Não demorava para Urameshi chegar a mansão do líder Senju, onde a tal reunião aconteceria. Um membro do clã logo o recebeu na porta, ignorando a falta de educação dele. Dali, ambos foram até o salão central, um comodo da casa protegido por barreiras onde só aqueles que eram autorizados poderiam entrar. O jovem Urameshi logo entrará no local, observando os líderes do clã, que estavam sentados ao redor de uma mesa, olhando-o entrar.

— Aproxime-se, jovem. - dizia o atual líder do clã, Senju Shido — Indo direto ao ponto, a pouco tempo, um dos Senjus conquistou um grande poder de nosso clã, o poder do Mokuton, algo raríssimo e não muito procurado. Esse Senju já não está entre nós e hoje você foi selecionado para tentar aprender a dominar tamanho poder. O que me diz? - perguntava o homem, com um feição desolada.


O atual líder do clã é o pai do Inazuma, só para deixar claro. Responda ele, mostre-se merecedor do poder e, então, ele te explicará um pouco mais do elemento - e somente do elemento. Têm uns homens mais velhos ali, mas eles ficaram a maior parte do tempo em silêncio. A pessoa que te trouxe até a sala já saiu.


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Fui atendido e entrei no palácio sem pestanejar. Minha personalidade era problemática, por isso dificilmente eu era convocado às reuniões do clã, me surpreendi bastante com o tamanho daquela construção. Fui seguindo até um salão principal. Lá, fui apresentado ao líder do clã, Senju Shido. Existiam diversos homens, ali, me olhando. Me senti um pouco constrangido daquela situação. Situação a qual foi atravessada quando o grande líder tomou a palavra, contando um pouco sobre uma habilidade secreta e antiga herdada pelo clã.
— Hmm... — Realizei um som e levei minha mão direita à barba, acariciei-a, dando a impressão de seriedade.

Pude perceber uma certa tristeza no tom utilizado no discurso. Fatos passados não eram problema meu, resolvi então não comentar nada sobre aquilo.
— É bem simples... Todos aqui são ninjas, correto? O que os ninjas buscam?! Poder! Isso é tudo o que mais queremos. Se assim deseja o conselho do clã, aceitarei carregar esse fardo. Vou fazer de tudo para tirar o melhor proveito possível desta grande fonte de força. Prometo, custe o que custar, honrar o nome desse clã. — Falei suavemente para todos ali presentes. De alguma forma, mesmo eu, alguém com tantos problemas relacionados ao caráter, estava me convencendo de que era possível mudar a minha forma de levar a vida.
Levei minha mão fechada ao peito, lado esquerdo. Fiz isso em sinal de respeito à tristeza demonstrada pelo homem sentado no ponto mais alto do salão. Olhei nos olhos dele, esperei conectar-me à mente dele para passar uma mensagem simples de: "pode confiar em mim".
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Poder das Florestas #3

Bom, a decisão já havia sido tomada, mesmo que o jovem Urameshi confirmasse a confiança que aqueles homens teriam em qualquer um dos membros do clã. Após o breve discurso do garoto, Shido pegou um pergaminho que estava na mesa a sua frente e o lançou para Urameshi.

— Este pergaminho possui as coordenadas exatas de onde vive um eremita de nosso clã. As informações ai contidas são extremamente confidenciais, então leia seu conteúdo, grave tudo, devolva-o e parta. Se for mesmo capaz de adquirir tamanho poder, somente este homem será capaz de ensiná-lo devidamente.


Você recebeu um pergaminho com as coordenadas do Eremita da Floresta, NPC de Konoha. Lá diz que só o líder e o hokage sabem dele, mas vamos considerar que os velhotes no local também tenham tal conhecimento. O pergaminho deve ser devolvido antes de você partir. Ele irá te mandar para uma floresta ao sul de Konoha, alguns quilômetros distante - a floresta é muito densa, mas o pergaminho descreve um caminho com diversos pontos de referência que, se seguido a risca, te enviará até a casa do homem, que fica em uma pequena clareira. Já pode chegar no local, se quiser.


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O homem me passou um pergaminho. Depois de segurá-lo, o desenrolei e li as informações nele contidas. Eu teria de ler e gravar tudo, algo incomum mas não complicado para alguém genial como eu. Li por alguns segundos e decorei todas aquelas informações utilizando algumas táticas próprias. Devolvi, por fim, o pergaminho.
— É isso. Estou partindo. Muito obrigado por tudo, Shido-sensei. — Relatei de forma amistosa.

Eu já sabia como sair dali, então o fiz a passos rápidos. Me movi diretamente ao lugar designado pelas coordenadas gravadas em minha mente. O caminho, por mais difícil que pudesse parecer, estava bem detalhado na minha cabeça. As referências eram precisas, mesmo que eu estivesse em uma floresta densa não me perderia facilmente. Corri por alguns quilômetros até, enfim, chegar no local de destino. Não sabia ainda o que me aguardava, mas eu podia sentia uma poderosa aura emanando por todo aquele espaço, fato capaz de eriçar todos os fios de cabelo espalhados pelo meu corpo.
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Poder das Florestas #4

A cabana era estranhamente bem iluminada pelo sol, não possuía quaisquer aspecto mórbido e a vegetação ao seu redor era incrivelmente bela - algo bem inesperado para algo escondido no meio de uma floresta de tão difícil acesso. Ali dentro, um velho homem passava seu tempo regando as flores que possuía no interior de sua casa.


Vá lá bater na porta, o velho irá atender de uma forma bem amigável. Se ele é sensor?! Não sei. Mas ele sabe que você é um Senju.

Ele te convidará para entrar e oferecerá um chá que ervas, que logo será servido, caso aceite.


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Que visual inusitado. Mesmo diante de uma floresta tão densa, aquela pequena cabana estava recebendo uma enxurrada de raios solares. Dei um leve sorriso, não tendo dúvidas de que aquele era lugar certo. Fui andando lentamente e dando passos fortes, esperando ser percebido para não causar qualquer surpresa. Cheguei à porta e bati duas vezes de forma bem sonora.
— Alô... Alguém em casa? — Perguntei em bom tom.

Não demorou até que eu fosse atendido. O homem foi cortês, convidou-me a entrar e ofereceu-me uma xícara de chã. Aceitei, afinal eu não desdenharia de uma oferta de alguém tão importante para o clã. Eu engoli o chá numa tacada só. Péssima decisão. O chá atravessou minha garganta queimando tudo. Me controlei, mesmo que meu rosto se avermelhara, não daria qualquer sinal de fraqueza para o eremita.
— Estava uma delícia... — Disse enquanto suspirei profundamente.

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CHAKRA: 200/200



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Poder das Florestas #5

O velho estava sentado a sua frente, então não foi difícil perceber o que se passava ali enquanto Urameshi tomava o chá. — Hehehe, não minta, jovem Urameshi, dá próxima vez só espere esfriar um pouco - comentou, enchendo novamente a xícara de Urameshi.

— Relaxe um pouco porque o treino será duro, após isso iremos testar sua capacidade para com o Mokuton. - dizia o velho de forma bem suave. Não se sabia como, mas o velho tinha pleno conhecimento de quem Urameshi era e o que ele fazia ali.

Hora de narrar um bocado, pois em breve acabaremos. Primeiro, termine o chá. Depois disso, ele te convidará para o quintal da parte de trás da cabana - é um pequeno espaço que finaliza nas árvores, a alguns metros de distância, a área é toda gramada e ao redor do quintal (próximo as árvores) existe uma horta, da onde vem o alimento do velho.

Ah é, para finalizar ele vai fazer você fazer vários testes relacionado ao doton e suiton, mostre a ele o que é capaz.


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Ele parecia saber exatamente o que se passava comigo. Ofereceu-me um chá pela segunda vez, mas dessa vez propôs uma espera para bebê-lo. Peguei a xícara na mão direita e com a esquerda pus açúcar para adoçar um pouco o chá. Assoprei, progressivamente, afim de tornar a temperatura menor e poder desfrutar corretamente de todo o sabor oferecido. Passado certo tempo, finalmente levei a boca. Suavemente, fui sentindo o sabor e deglutindo lentamente. Eu não era muito fã de chá, mas foi estranho o quão revigorante foi tomar aquela xícara, sentia como se estivesse bebendo algo vivo. Aquele senhor parecia guardar inúmeros segredos. Fiquei curioso para descobrir mais sobre seu passado e suas habilidades. Após o chá, fui convidado a relaxar. Aparentemente, o treino começaria em instantes.
— Muito obrigado, senpai! O chá desta vez estava realmente delicioso. Não que o outro estivesse ruim... Quero dizer... Esquece. Melhor ficar de bico fechado. — Falou e deu uma risada forçada, por fim. — Treinar, hein? Se for pra isso, pode ficar tranquilo, não preciso relaxar nada. Não é querendo me gabar, mas eu sou um verdadeiro monstro quando o quesito é fôlego, consigo aguentar bastante. — Avisou em tom amistoso.

O homem deu uma leve risada e se dirigiu aos fundos, esperando que eu o seguisse. Fiz isso e andei seguindo exatamente os passos dados. Levado até o quintal, pude observar as árvores do local, seu pequeno espaço e a área completamente gramada, além disso existia uma pequena horta de onde era provinda toda a comida dele. O eremita me propôs demonstrar minhas habilidades, principalmente as relacionadas aos elementos primários: Doton e Suiton. Isso provavelmente teria alguma relação com o Mokuton, ao menos foi o que logicamente concluí no momento com o pouco de inteligência possuída por mim.
— Eu poderia demonstrar aqui um pouco das minhas habilidades e vou, mas existem algumas coisas que não podem simplesmente serem demonstradas por meio convencionais e que são muito importantes. Por exemplo: minha inteligência. Enfim, deixe-me fazer logo o que você quer tanto ver. — Terminei em bom tom enquanto ficava confuso com minha própria fala.

Comecei com o Doton, natureza da qual eu detinha afinidade e perícia. Realizei alguns selos de mãos à velocidade máxima possível, dessa forma já estaria mostrando o quão capaz eu era naquele quesito, concentrei chakra no corpo e diminuí o meu peso, ficando, deste modo, suspenso no ar.
— Doton: Keijūgan no Jutsu — Exclamei. — Isso deve servir para mostrar o quanto eu sou capaz quando o assunto é terra. — Disse enquanto descia à terra firme.
Para demonstrar minha habilidade no Suiton, entretanto, não seria tão fácil. Eu não conhecia qualquer jutsu do elemento e sequer era perito com ele. Parei um tempo, inerte, apenas imaginando o que fazer para demonstrar as minhas habilidades com a água. Lembrei-me do meu treino e de como consegui utilizá-lo. Fui em busca de uma fonte de água primária. Encontrei um regar que ele utilizava. Com a mão esquerda segurei o regador e então fiz o movimento como se regasse a palma de minha mão direita. A água que caiu sobre a mão foi controlada por mim, onde, no ar, manipulei-a e formei um cone, um cubo e outras formas geométricas utilizando-a.
— No momento, este é o máximo que consigo fazer com Suiton, ainda mais por não ter aprendido qualquer jutsu deste. — Expliquei calmamente.

Não sabia mais o que fazer a partir daí, afinal já tinha demonstrado todas as minhas habilidades. Não conseguiria mais continuar, já que meu arsenal de técnicas não era muito grande, ainda que eu fosse completamente capaz de utilizar qualquer ninjutsu independendo o rank. Esperava que ele visse por trás das minhas capacidades e considerasse-me um estudante digno de conhecer os segredos do Mokuton.

Ao fim, retirei do bolso um chiclete e o masquei. O açúcar foi às minhas veias rapidamente, estabelecendo novamente a relação amorosa entre mim e a sacarose.
STATUS:
HP: 200/200
Chakra: 175/200

Considerações: 658 palavras, espero ser suficiente.

Jutsu utilizado:
Doton: Keijūgan no Jutsu
Rank: B
Descrição: Ao contrário do seu homólogo, essa técnica reduz sua gravidade, o que torna o alvo muito mais leve. A atmosfera, junto a seu corpo, pode ser atenuado, a fim de tomar o voo e aumentando a sua capacidade de manobra. Com bastante prática, o usuário pode controlar seu voo através do céu com movimentos corporais específicos. No entanto, uma consequência da utilização dessa técnica em si mesmo ou outra pessoa é uma diminuição na força física dos ataques da pessoa afetada.

Ōnoki, que possuía um domínio sobre esta técnica, foi capaz de também manipular o peso de outros alvos. Ao tocar seu alvo, ele podia vez de tomar a sua gravidade longe e regular o quanto é tomada.



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Deca

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Poder das Florestas #6

O velho observava aquela demonstração atentamente.


— Isso é bem... promissor. Na verdade, conseguir realizar essa técnica requer um domínio muito melhor do doton do que eu imaginava que terei. Entretanto, seu suiton deixa a desejar em alguns quesitos, sugiro que reveja isso, mas, felizmente, tem algum domínio sobre os elementos. Elementos esses formadores do mokuton, diga-se de passagem.

— Bom... - continuou, fazendo uma planta surgir do chão, subindo até o alcance de sua mão — É necessário algo a mais além do domínio dos elementos primários para conseguir o domínio do mokuton, vamos descobrir se você tem esse algo a mais. Posicione-se no centro, una as mãos, e tente usar ambos os elementos para criar o mokuton, ou, melhor dizendo, para sentir o "mokuton" ao seu redor.


Posicione-se no centro do gramado e inicie o treinamento para sentir as plantas, pode começar a sentir, se quiser, mas será algo bem substancial, sem qualquer domínio sobre o elemento, só sentirá a "vida" nas plantas...
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As minhas suposições tornaram-se verdadeiras, o Mokuton era formado pelas naturezas "terra" e "água". Em uma pausa ele fez surgir uma planta que cresceu até à palma de sua mão.
— Então é disso que se trata a "madeira", certo?! — Concluí logicamente.
Na realidade, fazia bem sentido: o solo, doton, era responsável por ser o receptáculo da árvore enquanto a água, suiton, seria responsável pelo crescimento das plantas. A união dos dois seria a vida, uma planta. Fui intimado a ir ao centro do espaço. Fiz isso, andei lentamente à exata posição recomendada. Sucedendo-se, deveria juntar as mãos e sentir o "Mokuton" ao meu redor. Nenhuma palavra a mais seria necessária, pois eu já tinha entendido bem do que se tratava a "madeira" referida por ele. Uni as mãos como se realizasse o selo da cobra, na mão esquerda concentrei a terra e na direita a água. Fechei meus olhos, evitando assim a desconcentração provinda de qualquer empecilho visual.
— É isso, lá vamos nós! — Falei em um tom baixo, esperando que não fosse possível escutar.

A área era repleta de vida em árvores, então era plausível sentir o mokuton ali. Agora eu entendia bem o porquê daquele ser o campo ideal para se treinar uma técnica tão exótica quanto esta. Livrei-me de todos os pensamentos, foquei apenas em sentir alguma coisa relacionada às plantas. Era difícil, eu tentava, tentava e nada surgia. Não me desanimei e continuei tentando, uma das mais importantes lições que tomei para a vida enquanto treinava a minha segunda natureza elemental de chakra. Ao passar do tempo eu pude sentir um pouco plantas curtas e pequenas. Pude sentir a essência do mokuton nelas, a vida propriamente dita. Fui entrando cada vez mais na onda de sentir as coisas, ao passo que a minha visão acerca da vida parecia aumentar cada vez mais. Até um dado momento em que pude sentir toda a vegetação que estava nos rodeando.

De início parecia estar finalizado o treinamento, mas eu ainda não estava satisfeito, a minha alma me pedia para que eu sentisse ainda mais. Pedia para que eu escutasse a seiva e os nutrientes atravessando das raízes às folhas. Pedia para que eu visse por dentro de todos aqueles seres. Foi o que tentei, destarte, mas me parecia faltar prática para tanto. Voltei-me novamente ao princípio daquele elemento, a terra e a água. Pensar neles como uma unidade era uma obrigação caso eu quisesse aprofundar mais minha visão. Tentei, tentei e tentei, por um longo período de tempo, até finalmente encontrar o que buscava. Uma experiência incrível me acometeu. Poder ver a estrutura de um ser tão belo era incrível, inexplicável. Eu já me sentia um novo homem só de poder experimentar aquilo.
— Hm... — Abri os olhos e voltei o rosto ao eremita. — Eu estou em êxtase... Não consigo explicar o que eu estou sentindo agora... — Finalizei de forma serena.

A verdade é que eu não sabia o que acontecia com minha mente. Eu não parecia mais aquele homem impaciente de antes, a minha inquietação havia cessado completamente. Eu conseguia enxergar tudo como uma unidade, uma grande caixa de engrenagens completamente fluída que a tudo movimentava.
— Estranho... Eu vim aqui adquirir um poder, mas parece que algo muito mais engrandecedor está para acontecer... — Disse.

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Deca

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Gennin
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Poder das Florestas #6

Isso é só o começo. - dizia o velho Eremita. — Sentir as plantas é o que era necessário para poder dominar o mokuton, isso mostra a sua pre disposição. Agora, tente misturar os dois chakras, suiton e doton, para então tentar colocar essa mistura em uma planta e fazê-la crescer. Conseguindo dominar o elemento natural, conseguirá criá-lo do zero, mas vamos por partes, foque-se no que eu disse.



Foque em fazer uma planta crescer, erre algumas vezes e, por fim, consiga. Nesse post é só isso, no último completamos o aprendizado criando o mokuton. E não se esqueça que o mínimo é 100 palavras por post, não 500... '-'
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OFF: ESSE É O 7, SEU SAFADOWN.


ON:
Era hora de misturar o doton ao suiton e, enfim, formar o mokuton. Foi o que pensei, infelizmente ele continuou a falar e na verdade eu teria de fazer uma planta crescer. Estava cedo para aprender as técnicas, por isso eu deveria treinar ainda mais e me aperfeiçoar ao máximo. Uni as duas mãos novamente, concentrando um elemento em cada. Aproximei-me da planta a qual há pouco fora criada e pus ambas as mãos nela, pressionei bem firme e tentei, com o meu chakra, fazê-la crescer. Inútil. Aquilo era bem mais difícil do que parecia ser.
— É... Isso vai ser bem difícil... — Falei suavemente.

Pressionei ainda mais forte, utilizando ainda mais chakra, tentando a qualquer custo fazê-la aumentar seu tamanho. Ela, no entanto, não demonstrou resposta, muito pelo contrário, ela parecia murchar. Fiquei bastante irritado, mas logo pude voltar a ter calma. Com tranquilidade, fechei os olhos e senti a planta. Os minerais vinham da mão esquerda: terra, a vida da outra: água. Fazer com que os minerais andassem pelo ser era papel do liquido. Concentrei completamente no exercício, tentando entender melhor sobre a planta. O tempo passou e as tentativas foram se acumulando, obviamente todas falhas. Num dado momento, depois de tanto tentar, finalmente consegui fazê-la crescer, ainda que pouco. Fui cada vez mais me ajustando à planta, ao seu funcionamento. Até que finalmente fiz com que ela tomasse o tamanho de uma árvore adulta.
— Isso! — Gritei animado. — E agora, o que vamos fazer? Criar a madeira do nada? — Completei perguntando em tom comum.
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Poder das Florestas #8

Isso mesmo. - dizia o velho Eremita. — Agora você criará madeira do nada. O processo será o mesmo em aumentar as plantas, só que agora você terá que moldar o elemento, dar forma a ele, como faz com os elementos primários, mas será um pouco mais complexo, já que terá que reunir os dois elementos em um novo.


Ultimo post, capriche. Agora aprenderá a criar do nada, o velho poderá dar conselhos. Assim que terminar, ele te mandará de volta a vila, onde dirá os resultados para o líder do clã e, assim, poderá finalizar a quest. '3'
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"Criar mokuton do nada, hein? Já vi que vai demorar" refleti profundamente. Inspirei e expirei de forma lenta, esperando alguma fonte divina de informação para a realização de algo tão complicado. Eu estava animado mas ao mesmo tempo com preguiça de começar aquilo. Depois de muito rodear com minha mente, tomei uma decisão final e parti para a ação. Comecei pelo básico, aplicando doton na mão esquerda e suiton na oposta, juntei ambas as mãos e cruzei os dedos. Para finalizar, fechei meus olhos e voltei-me ao exercício. Minha mente vagou pelo campo novamente, sentindo toda a vegetação existente naquela vasta área. Pude sentir a respiração das plantas, sua fotossíntese e o seu pequeno crescimento contínuo.

O tempo passava e eu não fazia nada além de ficar ali, inerte, tentando encontrar uma forma de criar algo tão pitoresco. Parei de pensar tanto na teoria e deixei meu corpo me guiar, deixar ele fazer o trabalho sujo. Talvez isso fosse perigoso, deixar-me mover pelos instintos. Contudo, os poderes de meus antepassados corriam pelas minhas veias, então eu era o único apto a realizar tal feito. No fim, excluí tudo da minha mente, tornando-me uníssono com aquelas que era formas de vida primitiva. Meu chakra foi tomando forma, e a terra abaixo dos meus pés foi tremendo, como se algo de grande fosse rasgar o solo e ascender ao céu. Nada surgiu além de um pequeno e finíssimo galho contendo uma única folha no topo. Meus olhos se abriram, eu estava curioso para saber o que surgira após tanto tremor. Ao ver aquele galho a minha cabeça abaixou-se como um sinal da decepção sentida naquele instante.
— Mais uma vez! — Falei enquanto esfriava os nervos e retomava o fôlego.

Fui repetindo o ritual durante algum tempo. Tentando, tentando e tentando novamente com o máximo de vigor possível. Eu sabia bem que uma hora conseguiria realizar algo grande. Mais tempo se passou e minhas plantas começaram a se tornar maiores, ganhando mais cara de uma árvore propriamente dita. A animação foi tomando conta do meu corpo e eu fui utilizando meu chakra de forma desenfreada, nada poderia me parar até o momento onde surgisse uma grande árvore. Passou-se muito tempo até quando finalmente surgiu. Algo tão grande quanto uma árvore centenária foi crescendo e tomando todo aquele campo. Me afastei para não ser engolido pela minha própria criação. Finalmente eu teria terminado o treino e aprendido o maior dos segredos do Clã Senju, não via a hora de voltar ao templo onde aqueles anciões se encontravam e poder esfregar na cara deles que alguém tão desordeiro quanto eu tinha conseguido dominar a maior das técnicas, o mokuton. Não via a hora de poder ver os seus queixos caindo ao chão.
— Velho, eu finalmente consegui!! Eu devo tudo a você. Eu, Senju Urameshi, prometo ser leal ao senhor pelos restos dos meus dias, prometo utilizar este poder concedido a mim de forma digna. Você, sem dúvidas alguma, é a pessoal pela qual eu mais tenho respeito. — Falei animado enquanto ia me aproximando dele. — Agora eu tenho de voltar aos Senjus e mostrá-los a minha incrível técnica.

Eu já sabia o caminho de cor. Sequer me preocupei com meus trajes, surrados. Tudo o que fiz foi correr como um louco de volta à mansão. Chegando lá, adentrei a porta sem pedir licença. De forma alucinada, fui direto ao quarto de Shido, o líder. Tumulto tomou conta do lugar. Depois de algum tempo tudo se acertou e lá estávamos todos: Shido sentado em sua grande cadeira, na ponta, eu, ao centro, e os demais membros do clã espalhados pelo salão principal.
— Sem mais delongas, eu vou mostrá-los a minha incrível técnica. — Disse em bom tom para que todos escutassem.
Depois daquilo fiz o mesmo ritual repetido por dias. Criei, no centro de tudo, uma grande mão feita de madeira. Ele estava com todos os dedos fechados, exceto um: o médio. Eu não resisti.
— Valeu, cuzões. Agora vocês vão engolir esse dedo!! — Afirmei categoricamente. — Shido, respeito-o e prometo nunca utilizar este poder para fins mundanos... Enfim, foda-se, vazei. — Disse, por fim, enquanto me retirava freneticamente do lugar.

Agora com o mokuton nada poderia me segurar. Fui logo à vila para voltar à vida de vagabundo costumeira.
STATUS:
HP: 200/200
CHAKRA: 175/200



Mortals have made up their minds to name two forms, one of which they should not name, and that is where they go astray from the truth. They have distinguished them as opposite in form, and have assigned to them marks distinct from one another. To the one they allot the fire of heaven, gentle, very light, in every direction the same as itself, but not the same as the other. The other is just the opposite to it, dark night, a compact and heavy body. Of these I tell thee the whole arrangement as it seems likely; for so no thought of mortals will ever outstrip thee.
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Deca

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Gennin
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Simplicidade e realidade me encantam. Busco trazer isso no que escrevo. (plágio '-')
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