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trash walwaeuh

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1 trash walwaeuh em 5/8/2016, 15:56

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+1 Velocidade.

Curvei minha coluna até conseguir tocar meus pés. E ela reclamou, rangeu, e doeu de maneira intensa. A quanto tempo estive parado? Tirei dois dias extras para concretizar e completar minha fase de descanso, porém nunca pensei que nesse meio tempo meu corpo já se acostumaria à inércia. Não culpava-o porém, afinal nem mesmo eu queria estar ali, no meio da floresta lateral de Kumo, à poucos minutos do raiar do sol, aquecendo-me e preparando-me mentalmente para uma corrida intensa e inevitável. Fazia parte de meu treino normal, que havia elaborado com intuito de ultrapassar o próprio vento, mas agora eu só queria correr mais que uma pedra.

Inspirei até transbordar meus pulmões, e antes que ele percebesse começei a correr com toda intensidade que tinha. A força inicial era premeditada: Descarregar adrenalina para acordar corpo e mente. Os paços fortes afundavam impressionantemente na areia, e o ritmo parecia aumentar de acordo com o prosseguimento da corrida. Ritmei minha respiração, foquei no meu controle de chakra, e pus-me em um vazio mental. E comecei a literalmente correr floresta a dentro. Chegaria até um ponto distante, voltaria, e repetiria isso o máximo que conseguisse. Era mais um treino de esforço do que de habilidade e, sendo assim, eu deixaria todas minhas energias ali até conseguir meu aperfeiçoamento.

Uma volta...

Duas voltas...

Três voltas…

Tombei antes de começar a quarta caminhada. Um tipo de frustração preencheu meu espírito, e eu me perguntei relutante: Só isso? Dois dias de sem o condicionamento parecia ter me custado bastante. Geralmente eu conseguia completar eta última, e ainda chegar na metade de uma outra! Seja como for, aos meus pés latejantes foi dado o devido descanso. Enquanto bebia água, preparava minha mente para a segunda jornada. Talvez o processo requisesse um pouco mais de tempo do que imaginei, mas eu iria recompensar o tempo perdido com tempo utilizado. Desta vez, um treinamento de respiração e possível avanço na minha mobilidade.

Firmei minha base, arrastando meus pés pelo chão gelado, movendo terra e um pouco da umidade florestal amortecida. Meus punhos cerrados preparavam-me conscientemente para mais algumas longas horas de treinamento planejado. O primeiro soco era como tocar um sino dentro do meu corpo, liberando energia, adrenalina, e vontade. Muito embora, parte desta última parecia comedida, não só se importando em resistir como também em controlar: Dentro da minha consciência, eu criara um ritmo composto por simples padrões. A leitura mental era feita em simultâneo aos golpes e, enquanto não batia, eu inspirava e respirava. Dessa maneira, eu consegui escalar minha respiração por entre meus movimentos e definitivamente consegui fazê-lo de maneira mais ampla, o que por consequência permitir-me-ia um melhor desempenho no geral. Coisa que eu não precisaria, se estivesse completamente no ritmo anterior.

E já haviam passados as devidas horas do dia, e algumas extras até. Finalmente um descanso completo que, essencialmente, também fazia parte da evolução.


+1 Ninjutsu.

As gotas de chuvam caíram incessantes sobre um semblante abatido. Quanto tempo eu já estava ali, parado em meio a uma floresta obscura? Não sei dizer se haviam passados minutos, horas, ou dias. Afinal, a única coisa que preenchia minha percepção foram as últimas palavras do sapo. Hiro, você é o único que eu conheci que consegue ir além do que eu posso ensinar. Existe algo dentro de você… que… Parece conseguir alcançar um nível maior de poder. Porém, por eu não saber bem o que é, eu não posso te ensinar. Você precisa encontrá-lo sozinho, se assim desejar. Muito embora, aconcelho que busque um lugar calmo, e que olhe para seu interior.

—— Bem, aqui estou eu, seu sapo velho. —— Bufei, cuspindo umas gotas de água que escorriam pela minha face.

Estava sentado sobre uma pedra plana, incomodado tão somente pelo barulho de chuva batendo nas folhas, o vento soprando por entre as copas das árvores, e de alguns pequenos animais. Não precisava portanto de tanta concentração assim para fazer meu chakra fluir de maneira continúa e uniforme. Não demorou até que minha presença se tornasse tão intensa quanto uma fogueira noturna. Mas demoraria, de fato, até que eu descobrisse o que estava realmente procurando ali, ou dentro de mim.

A chuva parou e eu continuei ali.

A lua fez-se no ponto mais alto e eu continuei ali.

O sol chegou em seu eclipse e eu continuei ali.

É dificil encontrar algo que nem sequer sei o que é. Era possível que, em meio a minha busca, eu já estivesse encontrado-o várias vezes e descartado sem confiança. Como fazê-lo então? Retomei para o ínicio da minha concentração, e comecei tudo de novo. Não que tivesse uma método novo para fazer aquilo, era apenas mais uma tentativa qualquer diante às tantas falhas de outrora. Deixei meu chakra fluir tão fino quanto uma linha, tomando forma ao redor do meu corpo. Busquei em minha essência, em meu interior e raiz, nas próprias condições formadoras daquela energia, alguma coisa que pudesse usar para avivar meu poder. Em meu âmago: Nada, vazio, falha. Já tinha feito aquilo milhares de vezes, ainda que repetisse, nada vinha de diferente.

Cheguei a uma conclusão que só minha determinação distorcida era capaz de entender: Se não viesse por concentração, então viria por força! Fechei os olhos por dois segundos, acalmando minha sanidade que não queria ser acalmada. Ela responde de maneira previsível e esperada, explodindo em raiva e fugor. E, propositalmente, elevando a fina camada de chakra a uma chama azulada que mais parecia um vulcão em erupção. E ali estava. Sempre que utilizei meu chakra, eu me preocupava mais com os efeitos que ele causaria do que nele próprio e, sendo assim, eu nunca tinha visto a quantidade real de chakra que era capaz de exalar se me concentrasse certo. Então é isso. Terminei, para mim mesmo. Concentração! Era quase engraçado saber que aquilo que o sensei mais me cobrava, era exatamente minha pior qualidade. Porém, não mais.

Finalmente caminheira para fora daquela floresta. Já era de descansar, e tomar um bom café.

2 Re: trash walwaeuh em 5/8/2016, 16:03

Ok.



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3 Re: trash walwaeuh em 9/8/2016, 17:44

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+2 Velocidade. (Fiz os dois treinos juntos, 900 palavras.)

Sua estatura era maior. Calculei imediatamente que suas capacidades físicas fossem superior. Tentei bolar algum plano, criar alguma estratégia, algo em que minha mente pudesse se agarrar para conseguir prosseguir lutando. Eu teria que agir, e rápido. Mas o vento bateu tão forte que foi capaz de balançar minha própria sanidade. Afinal, aquela não era a brisa comum de um dia ensolarado, e sim a massa de ar deslocada pelo seu movimento brusco contra mim. Rápido não seria suficiente, portanto.

O primeiro soco foi como se uma rocha esmagasse meu estômago. Perguntei-me, rapidamente, o porquê de não ter cuspido sangue. Porém, não continuei com aquela discussão mental, até porque não podia, e empurrei meu adversário de maneira completamente desesperada. Eu precisava me afastar, para pensar, para respirar, para sobreviver.

Arfei o mais rápido que pude. Respiração, preciso controlar a respiração. Tinha lido aquilo em algum lugar. Sem saber muito como agir, fi-lo, e apenas esperei que algo acontecesse. Não ignorava a dor, mas de fato consegui sentir melhor o movimento do meu corpo, como se o ar em menor quantidade fosse capaz de se organizar de maneira mais produtiva dentro do meu pulmão.

Meu adversário não permitiu que meu fôlego voltasse completamente, mas também cometeu um erro padrão, atacando-me de maneira semelhante a de outrora. Eu já sabia o que ele faria e, portanto, sabia exatamente o que tinha que  fazer… Mas como? Joguei todo meu peso para o lado na esperança de conseguir uma evasiva eficaz. Mas definitivamente essa não era a melhor forma. Apesar do punho não ter me encostado, seu ombro empurrou-se contra o meu com força suficiente para me fazer rolar no chão, conseguindo alguns arranhões não desejados.

Levantei-me, mas dessa vez não arfei. Respiração. Lembrei-me quase que inconsciente, e pratiquei de maneira involuntária. Parece que alguma coisa tinha aprendido. Mas ainda faltava outra: Como vou fazer para desviar? Eu teria que aprender na prática, porque novamente meu inimigo vinha até mim. Analisei sua postura, e desta vez estava diferente. Um soco? Um chute? Um taijutsu estranho? Pressionei a única coisa com que contava, pense!

Dessa vez, antes de jogar meu peso, eu ajustei minha base. Minhas pernas travaram, e só parte do meu corpo se deslocou, fazendo que com que a voadora inimiga passasse num longo espaço vazio que minha esquiva tinha deixado. Eu realmente fiz isso? Anotei aquilo mentalmente. Formar a base, deslocar o peso. Eu era um completo fracasso se tratando de taijutsu, porém, eu contava com algo que nenhum lutador convencional possuía: Inteligência.

Esse processo continuou por mais duas vezes antes que eu pudesse tentar um ataque. Fiz da maneira que tracei antes, formando a base e deslocando meu peso. Para minha surpresa, ou não, meu adversário também sabia desviar, fazendo algo semelhante a mim. Meu corpo voou através do nada e eu novamente cai no chão. Aquele movimento era pra defensiva, para ofensiva eu precisava de uma pequena modificação. Ajustar a base no final.

Outra coisa aprendida. Mas nem tudo, afinal. Meu adversário correu de maneira mais eficiente e gritou algo não tão estranho, suficiente para me precaver do seu movimento. Era uma rasteira, eu só tinha que me mover para trás. Não sei exatamente o motivo, mas desta vez não fui capaz desviar como tinha feito anteriormente. Ele bateu na parte lateral do meu pé, ceifando-me o equilíbrio. Meu corpo girou levemente enquanto caía, e ele rodopiou de novo, acertando-me um chute lateral na parte do abdômen.

Parecia ser algum tipo de taijutsu, que eu não fazia ideia de como reproduzir e, aparentemente, como defender. Muito embora, aquilo havia me despertado uma estratégia bastante grosseira, que poderia dar certo, ou mais provável que não. Mas, o que eu tinha a perder? A primeira parte do plano se baseava naquele grito que o adversário pronunciou, e que me alertou exatamente sobre o que iria fazer. Apesar de eu não poder necessariamente gritar, eu poderia esboçar uma falsa ofensiva, tentando enganar a defensiva do adversário. Assim o fiz: Corri com a mão erguida quase que o tempo todo, chegando a balançá-la para aumentar seu enfoque. Próximo suficiente, ameacei um soco de maneira cruzada. Meu oponente fez exatamente o que fora planejado, antes que minha investida fizesse realmente algum efeito, ele já estava se abaixando para desviar. Nesse exato momento meu corpo alterou sua postura, tomando agora o impulso necessário para uma joelhada atrapalhada, porém não menos potente.

Pegou em cheio. Ele tonteou para trás e pareceu o momento certo para eu atacar. Desgraçado, pensei antes de desmaiar.

[...]

Acordei alguns minutos depois com uma dor de cabeça bastante contundente. Após tomar um pouco de água, e recuperar a sanidade, estava na hora do meu costumeiro massacre mental: Eu tinha que ter prestado atenção. Como pude ser tão burro, e cair no meu próprio truque? Ele havia usado a mesma tática sórdida que eu, fingindo uma falsa ação, fingindo que estava tonto. No momento da minha investida oportuna, eu que fui atacado, e meu corpo não resistiu.

Pude perceber algumas conversas, e também algumas risadas, mas bem menos do que eu supus. Parecia que, apesar de toda minha inabilidade, eu tinha mostrado algo que pudesse me orgulhar. Amenizou parte da minha culpa, suficiente para eu conseguir levantar a cabeça e retornar ao final da fila.

O resto de treino foi um exercício de observação e aprendizagem. A cada aperto de dor que minha cabeça ainda produzia, eu redobrava o afinco com que assistia a cada shinobi que batalhava. Estudar posicionamento, traçar objetivos, prever movimentos, agir com calma, deslocamentos necessários, aceitar a falha, balanço do corpo, disposição dos pés, colocacão dos membros... Eu parecia, se não realmente fosse, um alienado vidrado em sabe-se lá o que. O respeito que conquistei outrora se desfazia em toda aquela estranheza.

Antes que pudesse realmente perceber, eu estava no começo da fila novamente. Por fim, o instrutor orientou para que nos cumprimentássemos, decretando assim o final de treinamento.

[...]

Cheguei em casa, enfim. Mais forte ou não, agora eu só precisava descansar.

4 Re: trash walwaeuh em 9/8/2016, 18:26

Okay. congrats, a narração ficou divertida de ler xp.



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